quinta-feira, 31 de março de 2011

Adeus...

Eu só queria que soubesse que apesar de tudo, ainda gosto muito de você, meu coração ainda chama pelo teu nome, e minha mente não te esqueceu. Meu sentimento por ti foi verdadeiro, desde o começo, e vai continuar sempre assim do mesmo jeito. Eu te amo droga! E isso não é tão difícil assim de se perceber.
Não sei se as decisões que tomei foram certas ou erradas, não importa, não quero ter que pensar nisso agora. Mas assim como você precisa de um tempo pra ti, eu também ando precisando de um tempo só para mim...
Ás vezes me odeio por não conseguir fazer uma coisa tão simples, que era te esperar, apenas isso. Desculpe, eu sei, fui fraco, não consegui nem ao menos expressar meus sentimentos – sempre fui péssimo com isso – só sei que o destino, ou uma outra força qualquer, uniu um dia nossas vidas, e espero quem sabe, que no futuro, ele nos una novamente, mas por enquanto me resta apenas dizer adeus...

 

" No livro da minha vida, sempre haverá uma página dedicada á você "
                                                                                                                                               Tatiane souza

domingo, 27 de março de 2011

Crônicas de um domingo qualquer

É tarde de domingo, chove muito lá fora, e eu aqui sem ter o que fazer. Pelo menos não posso reclamar agora de falta de tempo (uma frustrada tentativa de ser otimista). Por causa dessa chuva não tenho para onde ir, e além do mais, minha barba e o meu cabelo estão em um estado deplorável, não gostaria de sair de casa desse jeito. E assim, as minhas expectativas em ter um bom dia acabam de ser reduzidas a zero...
Poderia até estar assistindo um bom filme, e talvez sei lá , comendo uma pipoca quem sabe. Mas sozinho essas coisas não tem a mínima graça, pois já não tenho mais alguém pra chamar de meu... A cada trovão que cai com essa chuva, sinto meu coração estremecer, odeio me sentir assim, começo então a pensar  no que as outras pessoas estarão a fazer.
Minhas únicas companhias no momento são o meu cachorro e a minha internet – algo muito deprimente eu sei – o cachorro se encontra escondido embaixo da cama com medo dos vários relâmpagos que caem a todo instante, e a internet, parou de funcionar momentos atrás por conseqüência dessa forte chuva, acho que estou sozinho novamente...
Meu celular? Está sem bateria;
Meus livros? Todos já foram lidos;
E o videogame que era a minha ultima salvação para que o dia não fosse um completo tédio, está no técnico para ser consertado – havia dado um problema de superaquecimento nele semanas atrás, em um dia chuvoso com muitos relâmpagos feito hoje – só me resta então ir dormir e esperar por essa chuva que eu creio que uma hora vai passar, eu sei que vai...
Afinal, é tarde de domingo, o que mais posso fazer?

domingo, 20 de março de 2011

Algo sobre escritores e poesias...

Ando ultimamente meio sem inspiração para conseguir escrever algo que preste, nem mesmo pensar em um titulo decente para esse texto eu fui capaz, parece que os últimos acontecimentos caíram como bombas potentes em minha cabeça, devastando toda a chama da minha alma. Acabei perdendo o meu entusiasmo, minha vontade de criar. Dia após dia passo por provações quase que dantescas, em que até mesmo os maiores dos heróis hesitariam em enfrentá-las, sinto as minhas energias sendo drenadas por essas batalhas inevitáveis, mas não posso fugir, está em meu destino lutar...
Já nem sei mais sobre o que escrever, não tenho um assunto interessante, não possuo bons personagens ou muito menos a sinopse de uma bela historia, acabei me tornando um poeta falido, que teve as suas estrelas – as quais em que ele tanto se inspirava – roubadas de seus sonhos, como um escritor pode viver sem a sua inspiração?
Fui amaldiçoado pela falta de minhas palavras, pois assim como um pássaro não vive sem o céu ou mesmo como os peixes que não existiriam sem o mar, um poeta não vive sem sua inspiração, é o motivo que o faz viver, e ao perder isso, é como se todo o seu mundo se despedaçasse em inúmeros pedaços, como simples retalhos de papel...
Mas já que as estrelas não habitam mais o meu céu, não desistirei, sairei então à procura de minha nova inspiração, algo que me faça sentir tão bem como me sentia antigamente, irei então procurar pelas terras, muito além dos mares, através dos mundos se for preciso, não descasarei até encontra - lá, aonde estará você, minha inspiração querida?



            " E quantas pessoas já foram minha inspiração sem saber.... "
                                           Sabrina Monroe

sábado, 19 de março de 2011

O valor dos sentimentos

Quanto vale um sentimento?
Isso mesmo, qual seria o preço por uma emoção qualquer?
Pois eu pagaria o preço que fosse - e com muito prazer - para nunca mais ter que sentir dor, decepção, angústia, tristeza, e todas essas outras ‘tralhas’ de sentimentos que os seres humanos insistem em usá- los contra eles próprios... Vivemos em um mundo onde metade da população é constituída por idiotas que não se importam nem um pouco com as outras pessoas, só querem saber de si mesmas e de seu próprio bem estar. É por causa de pessoas assim que nasceram as brigas, as guerras, o preconceito racial, é tão difícil assim viver sem magoar ou ferir os sentimentos do próximo?
Cada dia que passa, me decepciono ainda mais com o mundo, com as pessoas, e com as suas próprias atitudes. Ás vezes me sinto cansado de viver em um mundo onde reina os maus sentimentos, cansado de ver as pessoas sofrerem, cansado de me ver sofrer...
Para muita gente, “Viver” acabou virando apenas sinônimo de “Trabalhar”, as pessoas acabam passando a vida toda trabalhando numa rotina viciosa – e  maléfica - tentando ganhar cada vez mais e mais dinheiro para si mesmas, e acabam se esquecendo do verdadeiro sentindo da vida, se esquecendo do que é ser realmente felizes. Rezo todos os dias para que eu nunca me torne uma pessoa assim, para que o mundo nunca me corrompa e que eu nunca perca a minha esperança.
Quero ter um futuro promissor, viver minha vida inteira intensamente, segundo por segundo, quero poder encontrar alguém em que eu possa dizer  “- É você o amor da minha vida!”, quero um dia poder casar e ter filhos, e ser finalmente chamado de “Pai”, quero ter os olhos cheios de lágrimas inúmeras vezes, mas não de tristeza como muitos se sentem e sim de extrema felicidade. Quero me orgulhar da minha vida e ser feliz acima de tudo.
E um dia, num futuro bem longínquo, quando chegares a minha hora de finalmente descansar em paz, eu irei falecer, e me encontrarei pessoalmente com Deus, e se ele me perguntares o que eu fizeste da minha vida, responderei com todo o orgulho do mundo, com a cabeça plenamente erguida e se nenhum traço de arrependimento – “Eu amei, compartilhei, fui feliz, criei a minha própria família, tive lindos filhos... Eu, vivi!”
Mas pena que muitos não pensam assim...

Eu me fodo toda vez que esqueço que o mundo é uma merda.
Pc Siqueira

terça-feira, 15 de março de 2011

Além das Cancões...

Há músicas que nos fazem querer dançar, músicas que nos fazem querer cantar junto, mas as melhores músicas são aquelas que nos levam de volta à primeira vez que as ouvimos e, mais uma vez, partem nosso coração.

 Há músicas que nos fazem querer dançar, músicas que nos fazem querer cantar junto, mas as melhores músicas são aquelas que nos levam de volta à primeira vez que as ouvimos e, mais uma vez, partem nosso coração...
                                                                                                                                               (Gossip Girl)

domingo, 13 de março de 2011

A menina e as nuvens

Era época de outono, as folhas caiam de suas árvores, fazia-se uma temperatura amena, e os dias nublados era algo comum naquela época do ano (como em toda outra estação de outono). Havia uma pequena menina de nome Elisa, tinha longos e belos cabelos dourados, levemente encaracolados. Possuía um rosto realmente muito bonito, pouco comum para a sua idade. Tinha por volta de seus 8 ou 10 anos, morava com sua mãe em uma casa de tamanho mediano, na periferia da cidade e adorava quando as pessoas encurtavam o seu nome e a chamavam apenas por "Li"  (Seu pai a colocara esse apelido a muitos anos atrás, mas por hora, não convêm se aprofundar nessa parte da historia). Sempre ao final de todas as tardes daquele singelo outono, a menina deitava-se no gramado do quintal de sua casa - era um quintal grande e espaço, um lugar muito bom para se passar a tarde – e ficava lá, apreciando as nuvens, apenas olhando e admirando. Permanecia lá até mais ou menos a hora do por do sol, hora essa em que entrava para dentro de casa (pois era geralmente também a essa hora em que o jantar de sua casa ficava pronto). Sua mãe estava sempre a cozinhar por essas horas, estava sempre com pressa de aprontar o jantar - pois ainda havia ainda muitos afazeres domésticos a se fazer - enquanto cozinhava, ela sempre ficava a assistir a filha da janela, o que acabou despertando a sua imaginação, pois sempre observava a filha pela janela. E ficara muito curiosa com aquela cena, queria saber o porquê daquele fascínio que a menina tinha com as nuvens, mais nunca o perguntara a filha o porquê, talvez por vergonha de questionar-la ou mesmo porque como disse, estava sempre ocupada demais em preparar o jantar.
O fato é que a menina continuou com o seu inusitado ritual de admirar as nuvens aos fins de tarde, e com isso a curiosidade da mãe só aumentara (pois de fato, acabou também se tornando uma espécie de rotina para a mãe espiar a filha pela janela de sua cozinha), e cada vez mais e mais foram se passando os dias...
E foi assim, dia após dia, a menina deitada no gramado olhando para o céu, e a mãe na cozinha observando a sua filha pela janela - é difícil de descrever a relação da menina com as nuvens, mas parecia até que elas exerciam algum tipo de influência sobre a menina, algo quase que hipnotizante – era como se fosse um filhote de pássaro que nasceu trancafiado em um cativeiro, e que teve suas asas cortadas para que não se pudesse mais voar, e do chão olhava para os outros pássaros que voavam pelo céu e o mesmo sentia certa tristeza, misturada com doses maciças de saudades, pois mesmo que nunca tivesse voado em sua vida e não lhe houvesse lembrança alguma de sua vivência naquele cenário celestial (cenário este, que ele tanto admirava) no fundo, ele sabia que pertencia aos céus – algo como um instinto – e que por mais confortável ou até mesmo feliz que fosse sua vida, sabia que a terra não era seu lugar, que lhe faltava algo, sentia-se um ser incompleto. E era desse jeito que a menina parecia se sentir em relação às nuvens, a ligação entre elas era como a do pássaro com o céu, parecia que a menina um dia já pertencera a aquelas nuvens, parecia que ela já fizeste parte daquele céu, e era isso que intrigava tanto a sua mãe, ela já havia visto muitas pessoas com um fascínio pelo mar ou até mesmo pelos planetas e as estrelas – O que até então achava normal, pois desde criança essas coisas de certa forma sempre a atraíra – mas nunca havia visto alguém que possuísse tamanho deslumbramento por tais coisas, e muito menos ainda, alguém que sentisse encanto pelas nuvens...

CONTINUA...

sábado, 12 de março de 2011

A garota das estrelas, dona das minhas constelações


Como posso admirar o céu, se há estrelas em teu olhar?- Thalita B.
                                                            
Parece que foi ontem que te conheci...
Com apenas um olhar e um breve sorriso, você me conquistou. O seu jeito de menina e sua alegria de viver... Ah, me sinto tão imensamente feliz quando estou com você. Dizem que cada individuo nasce com o seu próprio destino, sina esta, que já fora traçada muito antes de seu próprio nascimento. Poderia então uma pessoa nascer destinada a amar outra?
Nossos mundos se uniram de tal forma, e com tamanha intensidade que hoje eu digo: - "Já não vivo mais sem te ter!"
Passe o tempo que passar, viva o mundo que viver... Meu amor, estarei para sempre com você!
... E ao cair da noite, quando eu olhares para o céu, só vereis você. Minha estrela linda.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Apenas mais uma carta de amor

  Amor...
 Fico mergulhando em saudades apenas pensando em seu bem estar, no que você está fazendo de bom, e em como está sendo o seu dia. Mato um pouco das minhas saudades com as lembranças que tive junto a ti e do leve cheiro que você deixou em mim...
Seu jeito, seu sorriso, é algo praticamente impossível de se esquecer, descobri que existe em mim muito de você.
Passo as noites em claro sonhando acordado, mil vezes desejei ter você. Passo dias inteiros imaginando você do meu lado, outras mil vezes me flagro pensando em te ter...
Mesmo você estando tão distante, ainda sinto seu cheiro invadindo o meu quarto, se aproximando até a cama e me envolvendo como um feitiço. Um cheiro tão doce, tão leve, e ao mesmo tempo tão único, inesquecível... Sinto teu cheiro tão presente, como se você estivesse aqui do meu lado neste exato momento que escrevo isto, me abraçando, fazendo caricias em meu cabelo. E me fazendo sentir a pessoa mais especial do mundo, como só você sabe fazer...


Hum, mais como eu gosto do teu cheiro! 



Hei, eu te amo

-" Eu te amo! " , "Eu também" . Que merda é essa de eu também ? Você também se ama ?

quinta-feira, 10 de março de 2011

O ano em que fizemos greve de amor

http://1.bp.blogspot.com/_yH1HOjNl5Rw/S88-1668chI/AAAAAAAAAJs/xrU80jrPbIs/s1600/553.gif"Quantas vezes se diz aos meninos que homem não chora, homem é feito pra brigar, competir, ganhar? Quando esses meninos crescem sabe o que acontece com eles? Tem medo de mostrar-se frágeis, vulneráveis, de se entregar. Tornam-se homens com medo de amar. Pois não há situação mais vulnerável que o amor, concorda? Amar é um risco. Quando você ama, precisa daquela pessoa. Mas não há garantia de tê-la para sempre. Há o perigo de perdê-la e portanto, de sofrer. A maioria dos homens não aguenta correr esse risco. Vive arrumando desculpas para não se envolver. Com certeza não disse o que sentia. Quando tentam expressar emoções, eles nem dizem o que sentem, nem sentem o que dizem. Se atrapalham, se enrolam, falam tudo ao contrário"


(Trecho do livro - O ano em que fizemos greve de amor)




Eu e meus sentimentos

Tosse, tempo meio abafado, mosquitos chatos e uma puta dor de cabeça.
O que escrevo esta cada dia pior de se entender, não digo por ser ruim na idéia e sim nas letras: estão horríveis. Papel velho e uma caneta que mais falha do que escreve ajuda bastante e mesmo assim eu continuo tentando me explicar por aqui de uma forma erronia e sem cabimento nenhum. Mas hoje vou deixar toda essa cerimônia de lado e vou direto ao assunto: eu e meus sentimentos. A dor de cabeça é passageira e eu só espero que ela não leve consigo os meus pensamentos. Outro dia mesmo me perguntei por que já amei tanto nessa vida, se amar trás tanta dor de cabeça, e a resposta que tive, foi: Sou tolo! Amei sem ser amado e quando fui amado não amei. Meu amor foi sempre assim como eu, sem rumo e nem sentindo algum, amava de hora em hora e se mudava feito o vento que vem do leste-norte-sul-oeste e outros mais sem se importar com a sequência correta com que deveria seguir. A atenção que me era dada me fazia apaixonado por um ou dois dias e logo depois me apaixonava por um outro qualquer olhar atencioso. Foi assim e assim continuou sendo por tempos em que eu pensei não ter fim. – E eu ainda acreditava que era feliz. – Mas o tempo também tem seu fim e como todo fim o meu tempo trouxe com ele um novo começo (Assim como ao fim das seis horas o inicio das sete vem em seguida). E todo inicio é complicado, mas esse chegou a ser mais complicado que aprender a andar de bicicleta sem aquelas rodas de apoio. Assim como é complicado tentar colocar uma gota de limão na boca e não fazer caras e bocas. Não quero dizer que o novo começo tenha sido azedo ou ruim, porém, eu jamais pensei ser capaz de me adaptar a um amor-nascente-verdadeiro. Da mesma forma que jamais pensei me aceitar com essa barba falhada e que teima em crescer sem jeito. Mas cada dia que nasce com o sol ou sem ele me trás a oportunidade de provar novamente o inesperado do amor que tenho cultivado em um canto reservado do meu moinho velho, e esse dia que passa e trás uma noite sem-fim, me coloca deitado na cama meio desarrumada só para sentir o cheiro de cada lembrança escondida em baixo do cobertor xadrez que usamos na ultima semana.

Era uma história...

Todos temos uma história de vida... Uma história que nem sempre começa com "era uma vez", e quase nunca termina com um "e viveram felizes para sempre”. Cada história traz em si alegrias e tristezas, dores e perdas, saudades e lembranças, amores e ilusões, amigos e inimigos, erros e acertos, momentos e momentos... É preciso encarar cada parte dessa história como uma maneira de crescimento. Uma forma de ver tudo o que passou, tudo o que foi feito e não cometer mais o que julgar estar feito de maneira errada. Consertar erros, rever amigos, viver as lembranças, aprender a conviver com as ilusões, aceitar as dores e perdas. Saber tirar proveito de cada momento em que estiver vivendo. Porque por mais que tenhamos saudade, esses momentos jamais irão voltar... Podem até se repetir algum dia, porém não acontecerão na mesma intensidade, na mesma realidade em que aconteceram um dia.

Por Daiane Viola

Você já deveria saber...

Você já deveria saber sobre o meu tom seco e sarcástico e a minha insuportável mania de falar a verdade, sem me importar com o que os outros vão pensar. Sem me importar se vão ou não continuar gostando de mim mesmo assim.
Já deveria saber que eu nunca precisei fingir que sou uma pessoa boa. Nunca precisei fingir que eu não to nem aí quando eu to mais aí do que aqui. Não faz meu tipo... Me esforço às vezes pra ser romântico, pra acreditar nos planos, para acreditar nas pessoas. Nunca chorei pra convencer. Talvez porque não faço questão de convencer. Como dizem sou direto, frio e seco. Mas, Nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito.
Você já deveria saber, que nunca precisei ser meloso pra ser romântico. Nunca precisei fazer esforço pra dizer que amo, nem chorar sem ter vontade. Não sei fazer cena. Meu personagem é o mais puro retrato de mim. Sem máscaras. Deve ser por isso que sou tão chato, intolerante e exigente. Dou 100% de mim e exijo o mesmo em troca. É alto o preço . Cabe á você decidir se vale a pena paga-lo ou não...

Mas é claro, isso você já deveria saber...

Amores, amizades e um belo game over...

Que bom seria se a vida fosse igual a um jogo de videogame..
Onde você poderia começar o seu jogo a hora que quisesse, se ter que se preocupar em ter pressa de jogar;
Quando fosse preciso tomar importantes decisões, sempre se poderia dar um “pause” em tudo e pensar qual seria a atitude mais certa a se tomar naquele momento;
Poderia sempre também dar um “save” em todos os momentos importantes da sua vida, para que no futuro essas memórias pudessem ser revividas sempre que desejasse;
E se as coisas estiverem difíceis, sempre existiria a opção para se jogar com um amigo, os dois JUNTOS até o final..
E se mesmo assim as coisas não estiverem indo nada bem, eu ainda seria feliz , pois sei que no fim de todo jogo, apesar de todas as dificuldades, tudo iria dar certo & o final feliz uma hora iria chegar ...
E se algum dia eu tropeçasse ou mesmo se por algum motivo eu não tivesse mais forças para continuar a minha jornada, existiria sempre inúmeras vidas para se poder tentar novamente..

ah, mas que bom seria se a vida fosse igual a um jogo de videogame ! (:

quarta-feira, 9 de março de 2011

Um amor de pinguin

Eu quero um amor de pinguim, um amor que dure a vida toda. Um amor puro e verdadeiro. Um amor que frutifique. Um amor de fidelidade e lealdade. Um amor que ultrapasse as tempestades, as intempéries, as distâncias. Um amor que ano após ano retorne para me encontrar no mesmo lugar. Que seja diferente todos os dias e que reforce dia após dia suas convicções.
Eu quero um amor de pinguim. Um amor que apesar de toda dificuldade, sempre retorna para o ser amado. Um amor simples e sem grandes pretensões, mas que é grandioso apenas por ser amor. Eu quero um amor de pinguim. Um amor que colabora, que inspira, que encoraja. Um amor que divide, que soma, e que jamais subtrai. Um amor que não foge das dificuldades mas que as enfrenta junto ao ser amado. Um amor que em dias frios seja capaz de aquecer meus pés, que em dias quentes consiga refrescar minha alma, e nos dias amenos coloque vida em minha vida.

Um amor eterno. Um amor imenso. Feito um amor de pinguim *-*

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(Autor desconhecido)