sábado, 30 de abril de 2016

Bem vindo ao meu delírio

A cada cama que durmo
A cada cigarro que acendo
A cada garrafa que esvazio
A cada devaneio que tenho

Eu sempre te espero.

Me perco todas as noites entre pernas e becos vazios
Na esperança de talvez poder te encontrar no corpo de um outro alguém
Mas você nunca está lá

Nunca é você
Nunca somos nós

São sempre outras histórias
Outros olhos
Outras pessoas...

Mas aonde está você agora
Além de aqui, nos meus pensamentos?




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